domingo, 12 de maio de 2013

Homem X Macaco


”se o ser humano veio do macaco como dizem. porque não continua vindo??era pra continuar vcs nao acham???”
A Teoria da Evolução JAMAIS ensinou que o homem veio do macaco. CHARLES DARWIN JAMAIS disse tal coisa, e NENHUM CIENTISTA que se preze também diria isso.
Esse é um dos mais típicos erros criacionistas: QUERER CRITICAR ALGO QUE SEQUER CONHECE DIREITO.
O ser humano não descende dos macacos. O que a Teoria da Evolução realmente diz é que o HOMEM E OS PRIMATAS POSSUEM UM ANCESTRAL COMUM, que não seria nem macaco nem homem. Os macacos seriam nossos primos, e não nossos avôs.
Esse ancestral primata se dividiu em ramos, um para o gênero Macaca e outros, de onde saíram os chimpanzés, gorilas, macacos-prego, etc, e outro para o Homo, de onde se originaram nós, homens.


Macaco é um nome genérico dado a animais do Gênero Macaca ou, em sentido mais amplo, aos primatas não humanos. Há também os que consideram esse termo somente ao se referir àqueles da Família Cebidae, tal como o macaco-prego (Cebus apella).
Existem mais de 415 espécies diferentes de primatas, distribuídas em todo o mundo. Destas, além do Homo sapiens (humano, em risco mínimo de extinção), outras seis pertencem à Família Hominidae. Tal fato sugere uma íntima relação de parentesco entre tais indivíduos. São eles:

Gorilla beringei (gorila-do-oriente), 
Gorilla gorilla (gorilla-do-ocidente), 
Pan paniscus (bonobo), 
Pan troglodytes (chimpanzé-comum), 
Pongo abelii (orangotango-de-sumatra), 
Pongo pygmaeus (orangotango-de-bornéu).

Fonte: Mariana Araguaia
          Bióloga, especialista em Educação Ambiental


Charles Darwin - Teoria


O livro A Origens das Especies foi escrito pelo naturalista Charles Darwin em sua expedição ao redor do mundo no navio chamado Beagle, a teoria de Darwin dizia que os organismos mais bem adaptados ao meio êm maiores chances de sobrevivência do que os menos adaptados, deixando um número maior de descendentes. Os organismos mais bem adaptados são, portanto, selecionados para aquele ambiente. 

Os diários de Darwin narram que o próprio autor relutou muito para divulgar suas idéias da evolução, por medo de ser confundido como um revolucionário ou de estar sendo contrário às idéias da Igreja. Embora a teoria de Darwin seja bem aceita no meio científico, provocou reações nos meios religiosos, adeptos da teoria criacionista e inspirada nos escritos bíblicos, onde o homem teria sido criado por Deus.

Os princípios básicos das ideias de Darwin podem ser resumidos no seguinte modo:
  1. Os indivíduos de uma mesma espécie apresentam variações em todos os caracteres, não sendo, portanto, idênticos entre si.
  2. Todo organismo tem grande capacidade de reprodução, produzindo muitos descendentes. Entretanto, apenas alguns dos descendentes chegam à idade adulta.
  3. O número de indivíduos de uma espécie é mantido mais ou menos constante ao longo das gerações.
4.      Assim, há grande "LUTA" pela vida entre os descendentes, pois apesar de nascerem muitos indivíduos poucos atingem a idade adulta, o que mantém constante o número de indivíduos na espécie.

  1. Na "luta" pela vida, organismos com variações favoráveis ás condições do ambiente onde vivem têm maiores chances de sobreviver, quando comparados aos organismos com variações menos favoráveis.
  2. Os organismos com essas variações vantajosas têm maiores chances de deixar descendentes. Como há transmissão de caracteres de pais para filhos, estes apresentam essas variações vantajosas.
     
  3. Assim, ao longo das gerações, a atuação da seleção natural sobre os indivíduos mantém ou melhora o grau de adaptação destes ao meio.






A teoria da evolução de Darwin ficou conhecida como Darwinismo e pode ser resumidamente enunciada como:

Durante a transição de gerações considerável número de indivíduos falece, antes mesmo de procriarem. Os que sobrevivem e geram descendentes são aqueles selecionados e adaptados ao meio devido às relações com os de sua espécie e também ao ambiente onde vivem. A cada geração, a seleção natural favorece a permanência das características adaptadas, constantemente aprimoradas e constantemente melhoradas. É a evolução das espécies.


Hoje, com o conhecimento da genética, a teoria da Darwin foi incorporada à novos elementos, e passou a ser nomeada de Neodarwinismo, pela qual evolução é:
“a mudança das características hereditárias de uma população de uma geração para outra. Este processo faz com que as populações de organismos mudem ao longo do tempo. Características hereditárias são a expressão gênica de genes que são passados aos descendentes durante a reproduçãoMutações em genes podem produzir características novas ou alterar características que já existiam, resultando no aparecimento de diferenças hereditárias entre organismos. Estas novas características também podem surgir da transferência de genes entre populações, como resultado de migração, ou entre espécies, resultante de transferência horizontal de genes. A evolução ocorre quando estas diferenças hereditárias tornam-se mais comuns ou raras numa população, quer de maneira não - aleatória através de seleção natural ou aleatoriamente através de deriva genética”.

Equinos


Descendente de uma linha evolutiva com cerca de sessenta milhões de anos, numa linhagem que parece ter-se iniciado com o Hyracohteriun - um animal primitivo com cerca de 40 cm de altura. Os antecessores do cavalo, são originários do Norte da América mas extinguiram-se aí por volta do Pleistoceno há cerca de cento e vinte mil anos. Os cavalos selvagens originais eram de constituição mais robusta do que as raças de membros esguios que existem na actualidade. Há cinquenta milhões de anos atrás, uma pequena criatura semelhante a uma lebre, possuindo quatro dedos nas patas dianteiras e três em cada pata traseira, corria através de densas e úmidas vegetações rasteiras, alimentando-se de suculentas plantas e pastagens. Pelo fato de poder fugir e esconder-se de seus destruidores, o pequeno mamífero conseguiu prosperar. Esse animal era o Eohippus, o antecessor do cavalo moderno.
Poucos animais possuem um registro tão antigo e completo como o cavalo. Através do estudo de sua história, toma-se conhecimento dos efeitos causados pela crescente mudança do meio-ambiente na batalha do animal pela sobrevivência e das adaptações que foram sendo necessárias durante o processo de sua evolução. Com a mudança gradual do clima, a terra se tornou mais seca, e os pântanos foram cedendo lugar a extensas planícies gramadas. De Eohippus, no espaço de vinte milhões de anos aproximadamente, evoluiu Mesohippus, maior e mais musculoso, possuindo três dedos e patas mais longas. Seus dentes, ligeiramente modificados, eram mais adequados para puxar a grama do que para pastar nos arbustos e musgos dos pântanos.
Outros vinte milhões de anos transcorreram, e apareceu Merychippus, no qual apenas o dedo do meio, bem maior, tocava o solo quando o animal corria, sendo que os dedos laterais, assaz reduzidos em tamanho, eram usados somente em terreno molhado e pantanoso. Esse cavalo tinha o porte de um cão, com dentes notavelmente diferentes: mais adequados para triturar a mastigar. A cabeça possuía maior flexibilidade em sua base, sendo proporcionalmente mais longa do que a de seus antecessores, e assim o animal pastava com mais facilidade.
Pliohippus, o primeiro cavalo de um dedo só, apareceu na época pliocênica. Era um animal adaptado para desenvolver maior velocidade em descampados e pradarias, para evitar a captura. Estava-se, então a um passo do surgimento do Equus, o cavalo moderno, cuja estrutura de pata é formada pelos ossos do dedo central e cuja unha alargou-se enormemente, formando o casco. Equus, pequeno, mais robusto e fértil, capaz de suportar os mais rudes climas, prosperou e espalhou-se pelo mundo. 

A Evolução do Cavalo

Cavalos, asnos e zebras pertencem a família equídea e caracterizam-se por um dedo funcional em cada pata, o que os situa entre os monodáctilos. As outras duas falanges formam a quartela e o osso metatársico, os quais são ligados pelo machinho, junta que possui grande flexibilidade, e a qual se deve a facilidade que apresenta o animal para amortecer o choque com o solo após saltar grandes obstáculos.
O machinho é responsável também pela capacidade do animal de desenvolver grande velocidade sobre terrenos ondulados e, ainda, por sua habilidade em esquivar-se agilmente de obstáculos, voltar-se sobre si mesmo e correr em sentido oposto, em verdadeiras manobras de fuga. O nascimento dos dentes acontece de maneira a permitir que os mesmos possam ser usados, sem que apresentem qualquer problema, desde o nascimento do animal até que este complete oito anos, aproximadamente.
Os cavalos, de maneira geral, são muito semelhantes em sua forma física, possuindo corpos bem proporcionados, ancas possantes e musculosas e pescoços longos que sustentam as cabeças de acentuada forma triangular. As orelhas são pontudas e móveis, alertas ante qualquer som, e a audição é aguçada. Os olhos, situados na parte mais alta da cabeça e bem separados um do outro, permitem uma visão quase circular e as narinas farejam imediatamente qualquer sinal de perigo. O pelo forma uma crina ao longo do pescoço, possivelmente para proteção. A maioria dos inimigos do animal, membros da família dos felinos, por exemplo, costuma saltar sobre o dorso do cavalo e mordê-lo no pescoço.
Cavalos selvagens foram difundidos na Ásia e Europa em épocas pré-históricas, mas as vastas manadas foram se esgotando através das caçadas e capturas para domesticação. O Tarpan (cavalo selvagem da Tartária) sobreviveu até 1850 na Ucrânia, Polônia e Hungria, países de onde se originou. Acredita-se que seja o antecessor do cavalo Árabe e de outros puros-sangues. Pequeno, tímido e veloz, o Tarpan possuía uma pelagem longa e de tonalidade cinzento-pálida, com uma faixa negra sobre o dorso. A crina era ereta e a cauda coberta por pelos longos e ásperos. Evoluiu durante a época glacial, quando os cavalos que viviam em florestas foram forçados a se deslocar para o sul, onde, então, cruzaram-se com os animais locais, que viviam em planícies. Desde 1932, esforços têm sido desenvolvidos no sentido de recriar o Tarpan, e vários parques zoológicos já possuem grupos de Tarpans. Os pequenos cavalos representados nas pinturas de cavernas em Lascaux, França, são, quase certamente, Tarpans.

O cavalo-de-przewalski é a última espécie sobrevivente de cavalo selvagem

O Przewalski teve seu nome derivado do explorador russo que descobriu uma imensa tropa dessa raça em 1881. Também conhecido como cavalo-selvagem-da-mongólia, foi quase completamente extinto no fim do século, e os sobreviventes são cuidadosamente conservados cativos e em estado selvagem. O cavalo-de-przewalski é um animal baixo e compacto, de coloração clara como a areia, possuindo uma listra negra sobre o dorso e uma crina negra e ereta. A cauda é negra e coberta por pelos. Possui também protuberâncias, conhecidas como calosidades, na face interna das pernas. Sendo um animal fértil e de rápido amadurecimento, não deveria ser difícil manter um núcleo saudável de reprodutores para que fossem novamente supridas as áreas nas quais viviam originalmente.
Por volta do ano 2000 a.C., o homem começou a usar o cavalo para propósitos outros além daquele da alimentação, e, devido a sua intervenção no esquema natural das coisas, o processo evolutivo foi acelerado por seleção artificial, dando origem assim a grande diversidade de raças, tamanhos, formas e pelagens, que pode ser apreciada nos tempos atuais.



Akhal-Teke
Altér-Real
Anglo Árabe
Anglo-Normando
Árabe
Appaloosa
Ardenês Ardennais
Argentino
Baio de Cleveland
Berbere
Bolonhês
Brabantino (Brabant)
Bretão de Tiro
Búlgaro
Campolina
Crioulo
Cob Irlandês
Clydesdale
Derashouri
Dole
Don
Einsieder
Mangalarga Marchador
Paint Horse

Husky Siberiano



Dados Técnicos

                              CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA

Filiada à Fédération Cynologique Internationale
Classificação F.C.I.:
Grupo 5 - Spitz e Tipos Primitivos
Seção 1 - Cães Nórdicos de Trenó
Padrão FCI no 270 - 24 de janeiro de 2000.
País de origem: Estados Unidos da América
Nome no país de origem: Siberian Husky
Utilização: Cão de Trenó
Sem prova de trabalho


O temperamento característico do Husky Siberiano é amigável, gentil, mas também atento e expansivo. Não demonstra as qualidades possessivas de um cão de guarda, e tampouco é desconfiado com estranhos ou agressivo com outros cães. Algumas atitudes de reserva e dignidade podem ser esperadas de um cão adulto. Sua inteligência, docilidade e disposição o tornam um companheiro agradável e um cão sempre disposto ao trabalho.



Fonte: http://www.cbkc.com.br/padroes/pdf/grupo5/husky.pdf


É um cão muito sociável e adora estar na companhia de outros animais ou seres humanos. Não é um cão ideal para cidades quentes, sendo muito tolerante ao frio. Expectativa de Vida em torno de 11-13 anos
O povo Chukchi do nordeste da Ásia desenvolveu a raça hoje conhecida como Husky Siberiano. Sua origem é desconhecida, mas ele é obviamente do grupo spitz, que evoluiu por centenas de anos como um cão de trenó para esses povos nômades. Durante a corrida do ouro no Alaska, os cães se tornaram parte vital da vida nas regiões do Ártico, e as corridas de cães eram o entretenimento preferido. As corridas de apostas no Alaska, que cobriam mais de 600 km entre Nome e Candle, eram muito populares, e em 1909 os Chukchi trouxeram da Sibéria a primeira equipe de huskies. Menores e mais dóceis do que a maioria dos competidores, eles despertaram pouca admiração, com exceção de um criador, que de tão impressionado, importou 70 cães para treiná-los para a corrida de 1910.
Suas três equipes chegaram em primeiro, segundo e quarto lugar, e assim marcaram um momento de incomparável domínio dos Huskies nessa corrida. Ao longo do ano, os cães de mantiveram como puxadores de trenó, mas em 1925 alcançaram seu maior sucesso. Equipes de huskies correram 540 km com soro salva-vidas para a difteria que atingia Nome e foram responsáveis por salvar a cidade. Existe uma estátua em homenagem a esses cães no Central Park. Os primeiros huskies siberianos chegaram ao Canadá e depois aos Estados Unidos por volta dessa época. O AKC reconheceu a raça em 1930. 




Terrier


Terrier são cães, energéticos, cujos tamanhos variam de relativamente pequeno, como no Norfolk, Cairn ou West Highland White Terrier, para a grande Airedale Terrier. Terriers normalmente têm pouca tolerância para outros animais, incluindo outros cães. 
Seus antepassados ​​foram criados para caçar e matar. Muitos continuam a projetar a atitude que eles estão sempre ansiosos por um argumento espirituoso. 

.
Airedale Terrier
Australian Terrier
Bedlington Terrier
Border Terrier
Bull terrier
Cairn Terrier
Cesky Terrier
Dandie
Dinmont Terrier
Fox Terrier liso
Glen de Imaal Terrier
Irish Terrier
Kerry Blue Terrier
Lakeland Terrier
Manchester Terrier
Miniatura bull Terrier
Schnauzer
Norfolk Terrier
Norwich Terrier
Pastor Russell Terrier
Russell Terrier
Scottish Terrier
Sealyham Terrier
Skye Terrier
Revestido macio Wheaten Terrier
Staffordshire Bull terrier
Welsh Terrier
West Highland White Terrier

American Staffordshire Terrier


American Pit Bull Terrier


American Pit Bull Terrier




Uma raça atacada pela imprensa de forma errada mostrando apenas ataques e sangue, tornando a raça alvo constante de perseguição.

A raça foi desenvolvida para combate, e suas principais características são auto-confiança, agilidade e resistência, suas orelhas eram cortadas para que nas lutas isso o outro cao não mordesse e “maxucase” ou agarre a orelha do oponente, hoje é feito mais pela estética, oque na minha opinião é algo desnecessário e ruim para o animal.
No entanto, se criado da maneira correta, o Pit Bull Terrier é muito amigável com os seres humanos, carinhoso e dócil até com estranhos, por isso não é recomendado para guarda.
Por apresentar certo nível de agressividade contra outros cães e também pelo seu físico poderoso, A RAÇA PRECISA DE DONOS QUE OS SOCIABILIZEM E TREINEM SUA OBEDIÊNCIA. Pit bulls podem ser bons animais de estimação, mas para isso DEVEM SER TRATADOS COM CUIDADO E RESPEITO por quem decidir criá-los. Não são recomendados para quem nunca teve cães, ou não sabe como lidar com animais.


Historia

O American Pit Bull Terrier foi uma raça desenvolvida para o combate porque por volta de 1800 os criadores Ingleses importavam Bulldogues Espanhóis( Perro Toro ) para fomentar os seus programas de criação de Bulldogues para lutas contra touros e ursos, e em 1835 ouve uma proibição destes combates com o uso de buldogues então os  buldogues serviram de base para a criação dos cães de luta (Pit Bull) conhecidos como Bull and Terrier.
Este fenómeno aconteceu devido a uma lacuna existente na lei que continuava a permitir a luta entre cães e logo se tornou o desporto rei da época.
Os emigrantes ,especialmente da Grã-bretanha, levaram consigo os seus cães que tanto adoravam para a América .


Ultimo Capitulo desta Historia.

Chegados à América devido as novas exigências de trabalho solicitadas aos seus cães e a falta de semental para continuar a casta trazida de Inglaterra e Grã-bretanha à uma nova reintrodução de sangue dos descendentes do Antigo Bulldog de trabalho que já haviam sido trazidos pelos conquistadores Espanhóis e Portugueses e colonizadores Ingleses desde 1500/1600DC.
Por esta perspectiva faz todo o sentido dizer que o APBT é uma raça com mais de 500 anos de historia, sofrendo varias alterações ao longo dos tempos ,próprias da evolução da historia Humana já que sempre existiu com o único propósito de se vir o Homem sendo selecionada e criada para ser a mais nobre raça canina.



Dados Técnicos

                              CONFEDERAÇÃO BRASILEIRA DE CINOFILIA

Classificação CBKC:
Grupo 11 - Raça não reconhecida pela FCI
Padrão CBKC NR 03
País de origem: Estados Unidos da América
Nome no país de origem: American Pit Bull Terrier
Utilização: Companhia e guarda
Prova de trabalho: Não regulamentada


HISTÓRIA

          No decorrer do século XIX, criadores na Inglaterra, Irlanda e Escócia começaram experimentos com cruzamentos entre Buldogues e Terriers à procura de um cão que combinasse a esportividade do Terrier com a resistência e atleticidade do Buldogue. O resultado disso foi um cão que reunia em si todas as virtudes dos grandes guerreiros: resistência, coragem indomável e gentileza com os que ama.
          Os emigrantes levaram estas cruzas de Bulls e Terriers para os Estados Unidos. Os talentos diversos não passaram despercebidos pelos fazendeiros e rancheiros que passaram a usar os American Pit Bull Terriers para proteção ou como cães que recuperavam o gado semi-selvagem e os porcos, ajudante nas caçadas, pastores e como cães de companhia de suas famílias. Atualmente o American Pit Bull Terrier continua demonstrando sua versatilidade, participando com sucesso em campeonatos de Obediência, Faro, Agility, Proteção e Tração, além da conformação.

APARÊNCIA GERAL

          O American Pit Bull Terrier é um cão de porte médio, de constituição sólida, pelagem curta, com uma musculatura bem definida. Esta raça é poderosa e atlética. O corpo é levemente mais longo que alto, sendo que as fêmeas podem ser algo mais longas que os machos. O comprimento das pernas dianteiras (medidas da ponta do cotovelo ao chão) é aproximadamente igual à metade da altura do cão a partir da cernelha. A cabeça é de comprimento médio, com o crânio chato e o focinho largo e profundo. As orelhas são de tamanho pequeno para médio, inseridas altas e podem ser naturais ou cortadas. A cauda relativamente curta é inserida baixa, grossa na base e afilando em direção à ponta. O American Pit Bull Terrier se apresenta
em todas as cores e marcações. A raça combina resistência e atleticidade com graça e agilidade e nunca deve ter aparência desajeitada, com musculatura saliente, ossos finos ou pernalta.

CARACTERÍSTICAS

          As características essenciais do American Pit Bull Terrier são a força, a autoconfiança e a alegria de viver. A raça gosta de agradar e é cheia de entusiasmo. É um excelente cão de companhia e é notável o seu amor por crianças. Pelo fato de a maioria dos American Pit Bull Terriers apresentar certo nível de agressividade contra outros cães, bem como pelo fato de seu físico ser poderoso, a raça necessita de proprietários que os sociabilizem cuidadosamente e que treinem obediência aos seus cães. A agilidade da raça torna-o um dos mais capazes escaladores e com freqüência usa seus caninos para escalar uma cerca. O American Pit Bull Terrier não é a melhor escolha para os que procuram cães de guarda por ser extremamente amigável mesmo com desconhecidos. Comportamento agressivo para com o ser humano não é característico da raça, portanto isso é extremamente indesejável. A raça se sai muito bem em eventos performáticos por seu alto grau de inteligência e sua vontade de trabalhar.

Fonte: 
http://www.cbkc.com.br/padroes/pdf/grupo11/americanpitbull.pdf